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Câncer não é normal. O que a televisão não mostra.



 

 

Dificilmente, nos dias atuais, não conhecemos algum familiar ou amigo que nunca lutou contra um câncer. Mas por quê? Se antigamente os casos de câncer eram muito mais raros…

 

Estudos no mundo inteiro, em países desenvolvidos ou não, mostram que o numero de pessoas que lutam contra algum tipo de câncer não para de crescer.

 

Matérias relacionadas à produtos orgânicos:

– Um final de semana diferente no interior de Santa Catarina. Fomos conhecer várias propriedades rurais familiares que trabalham apenas com produtos orgânicos

– Site indica restaurantes, feiras e hortifrutis que comercializam produtos orgânicos

 

 

“Casos de câncer devem crescer cerca de 50% em duas décadas, diz OMS. Previsão mundial é que 22 milhões sejam diagnosticados em 2030.

Fonte: http://g1.globo.com/

 

 

É normal muitos programas de televisão fazerem grandes reportagens sobre o tratamento do câncer, acompanhando pessoas que estão nesta situação e etc. O que eles não falam, porém, é o porque do grande aumento no numero de casos de câncer no mundo todo.

 

Não falam, talvez, devido ao interesse de grandes corporações envolvidas no processo de produção dos produtos que causam esta doença. Corporações que muitas vezes anunciam nestes canais de televisão e por isso nem sempre a história é totalmente contada!

 

Esses estudos indicam que uma grande porcentagem da doença pode ser devido ao estilo de vida estressante que a população, principalmente dos países mais desenvolvidos levam . Porém, como explicar os casos de câncer em países menos desenvolvidos? Em países conhecidos por seu estilo de vida mais “feliz” e menos estressante?

 

Outra explicação dada para o aumento vertiginoso nos casos de câncer em todo o mundo são os alimentos industrializados e os alimentos conhecidamente cancerígenos, como álcool e tabaco. Entretanto, mesmo nos lugares mais pobres, ou mais afastados, onde a oferta de alimentos industrializados é muito pequena, ou inacessível, os casos de câncer não param de aumentar. Onde está a explicação?

 

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Os venenos e os alimentos orgânicos

 

A ameaça é invisível, mas esta em quase tudo o que comemos e bebemos, desde os produtos industrializados até os produtos mais frescos, a ameaça são os agrotóxicos. Ou você acredita mesmo que o inseticida mata insetos e pragas não mata os seres humanos?

 

 

A diferença é que ao invés de pegarmos um pote de inseticida e comê-lo, o que com certeza nos levaria a morte, vamos fazendo isto aos poucos, ingerindo uma pequena quantidade todos os dias, e este veneno vai se acumulando em nosso corpo.

 

 

“Você acredita mesmo que o inseticida que você utilizada para matar os pernilongos em seu quarto não fazem nenhum mal para você? Porque não fariam? Experimente tomar um tubo de inseticida para ver o que acontece. A diferença é que vamos tomando-o aos poucos…”

 

 

 

Em 1958 a pesquisadora e escritora Rachel Carson, começou a estudar a relação entre os pesticidas e a morte e o sumiço de dezenas de animais nos locais onde os venenos eram utilizados. Quatro anos mais tarde, ela lança o que seria o primeiro e mais impactante estudo que existe até hoje sobre os males do uso dos venenos, inseticidas e agrotóxicos sobre os seres vivos, o livro Primavera Silenciosa.

 

 

Carson conseguiu mostrar que o veneno ia se acumulando no organismo dos animais, chegando ao ponto de eles não resistirem e morrerem. E o pior, descobriu também que o veneno era transmitido de mãe para filho, tornando o acumulo cada vez maior.

 

 

“Os pesticidas são as únicas substâncias tóxicas liberadas intencionalmente em nosso ambiente para matar seres vivos. Isto inclui substâncias que matam as ervas daninhas (herbicidas), insetos (inseticidas), fungos (fungicidas), roedores e outros.”

 

 

Através de estudos e observação, Carson mostrou que na primeira aplicação de veneno apenas os insetos menores morriam, porém outros apareciam e mais veneno era aplicado, e com o uso recorrente dos agrotóxicos os animais maiores começavam a morrem também, e assim sucessivamente.

 

 

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Afinal os organismos dos animais maiores conseguiam absorver maiores quantidades de veneno, porém estas quantidades alcançavam limites tão elevados que levavam a morte mesmo os seres maiores.

 

Talvez em apenas uma vida alimentando-se de produtos com agrotóxico não seja o suficiente para levar um ser humano a óbito. O problema, porém, é que o veneno acumula-se em nosso corpo e passa de pai para filho, fazendo com que já nasçamos com nossa dose de veneno, diminuindo nossa tolerância a tal.

 

 

“Apesar de parecer, CÂNCER NÃO É NORMAL, nunca foi, por que agora seria?”

 

 

É também por este acumulo que hoje muito mais crianças já nascem com problemas respiratórios ou alergias, é por isso que muitas crianças, mesmo as alimentadas com comida saudável, desenvolvem câncer, e é por isso que as incidências de câncer na população há décadas atrás era muito menor do que hoje.

 

 

 

Os males dos pesticidas, venenos, inseticidas e similares

 

 Nos Estados Unidos os números são alarmantes:

– Um em cada cinco americanos morrem de câncer

– Mais de 40% dos americanos vão lutar contra algum tipo de câncer em algum momento de suas vidas

 

Abaixo carta enviada pelo Presidente do Cancer Painel (Comitê de especialistas em câncer) para o presidente Obama:

 

“O povo americano – mesmo antes de nascer – são bombardeados continuamente com combinações inumeráveis destas exposições perigosas. O Painel pede que você use mais fortemente o poder de seu cargo para remover as substâncias cancerígenas e outras toxinas de nosso alimento, água e ar, toxinas que aumentam desnecessariamente os custos com a saúde, prejudicam a produtividade da nossa nação, e devastam vidas americanas.”

 

O Painel passa a repreender os reguladores por subestimarem as relações entre contaminantes ambientais e o câncer, usando dados que são “lamentavelmente desatualizados” e permitem a indústria química “justificar suas afirmações de que certos produtos representam pouco ou nenhum risco de câncer.” Durante as últimas três décadas, as autoridades federais têm sustentado que os poluentes ambientais causam apenas dois por cento de todos os cânceres.

 

Produtos químicos podem desencadear o câncer em uma variedade de maneiras, incluindo a afetando hormônios, prejudicando o DNA e inflamando os tecidos. Muitos pesticidas são conhecidamente cancerígenos, e em todos os EUA, milhões de pessoas estão expostas a eles diariamente.

 

 

Meninas expostas a DDT antes de atingirem a puberdade são cinco vezes mais propensas a desenvolver câncer de mama na idade adulta.

 

 

As crianças possuem elevado risco de desenvolver câncer por causa dos pesticidas à medida que seus corpos desenvolvem-se. Meninas que foram expostos ao DDT (o primeiro pesticida moderno) antes de atingirem a puberdade são cinco vezes mais propensas a desenvolver câncer de mama na idade adulta.

 

Quando os pais são expostos a pesticidas antes de a criança ser concebida, o risco de que a criança nasça com câncer aumenta. A exposição a pesticidas durante a gravidez e durante a infância também aumentam o risco de câncer.

 

 

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Agricultores e suas famílias tendem a serem expostos a mais pesticidas do que a população em geral, e apresentam taxas mais altas de incidência de câncer:

• Os agricultores e aplicadores de pesticidas têm maiores taxas de câncer de próstata.

• As mulheres que trabalham com pesticidas sofrem mais frequentemente de câncer de ovário.

• Pilotos de aviões de pulverização de defensivos agrícolas e as mulheres rurais têm maiores taxas de melanoma e outros cânceres de pele.

 

A bióloga e sobrevivente de câncer Sandra Steingraber comenta sobre as ligações entre câncer e agrotóxicos no relatório do President´s Cancer Painel:

Temos pulverizado pesticidas por todo o nosso ambiente. Eles estão agora no líquido amniótico. Eles estão no nosso sangue. Eles estão na nossa urina. Eles são exalados em nossa respiração. Eles estão no leite das mães… Qual é o real “peso” do uso indiscriminado de venenos em nosso sistema agrícola?

Nós não vamos saber a resposta até que um novo estudo seja realizado: retirar completamente os venenos de nossa cadeia alimentar, passar a utiliza-se apenas de formas de controle mais saudáveis e orgânicas, um tipo diferente de agricultura, e então ver o que acontece.

http://www.panna.org/your-health/cancer

 

 

Pesticidas

Os pesticidas são as únicas substâncias tóxicas utilizadas intencionalmente em nosso ambiente para matar os seres vivos. Isto inclui substâncias que matam as ervas daninhas (herbicidas), insetos (inseticidas), fungos (fungicidas), roedores (rodenticidas), e outros.

 

O uso de pesticidas tóxicos para controlar pragas tornou-se uma prática comum em todo o mundo. Os pesticidas são usados em quase toda parte, não só em campos agrícolas, mas também em residências, parques, escolas, edifícios, florestas e estradas. É difícil encontrar um lugar onde os pesticidas não são usados, desde o spray que utilizamos para matar pernilongos até os quilômetros e quilômetros de plantações que são borrifadas por aviões, o nosso mundo está cheio de pesticidas. Os pesticidas podem ser encontrados no ar que respiramos, no alimento que comemos e na água que bebemos.

 

A incidência de cânceres no mundo cresceu 20% na última década, sendo registrados 12 milhões de novos casos ao ano.”

Fonte: http://www.bbc.co.uk/

 

Há evidências de que a exposição a pesticidas desregula o sistema endócrino, prejudicando a criação dos hormônios, o sistema reprodutivo e o desenvolvimento embrionário. A desregulação endócrina pode produzir infertilidade e uma variedade de defeitos de nascença e defeitos de desenvolvimento de nossas crianças, incluindo o desequilíbrio hormonal e desenvolvimento sexual incompleto, desenvolvimento cerebral prejudicado, distúrbios de comportamento, e muitos outros.

 

Exemplos de produtos químicos desreguladores endócrinos conhecidos que estão presentes em grandes quantidades no nosso ambiente incluem DDT (que ainda persiste em abundância mais de 20 anos depois de ter sido proibido em os EUA), lindano, atrazina, carbaril, paration, e muitos outros.

 

 

Pesticidas e Crianças

As crianças são mais suscetíveis aos riscos associados com o uso de pesticidas. Já existem evidências científicas consideráveis de que o cérebro humano não está totalmente formado até os 12 anos de idade, e a exposição das crianças a alguns dos pesticidas mais comuns no mercado podem afetar o desenvolvimento do sistema nervoso central. As crianças têm mais superfície de pele para o seu tamanho do que os adultos, absorvem proporcionalmente maiores quantidades de substâncias através de seus pulmões e intestino, e ingerem/respiram mais ar, água e comida por quilo do que os adultos.

 

Seus sistemas imunitários, sistema nervoso ou mecanismos de desintoxicação ainda não são totalmente desenvolvidos, deixando-os menos capazes de combater a introdução de pesticidas tóxicos em seus sistemas.

 

Muitas das atividades normais de crianças, como se jogar na grama, colocar objetos em sua boca ou mesmo deitar em tapetes, aumentam a sua exposição a pesticidas tóxicos. A combinação de um provável aumento da exposição a pesticidas e falta de desenvolvimento do corpo para combater os efeitos tóxicos destes pesticidas significa que as crianças sofrem mais com os efeitos destes produtos do que os adultos.

 

 

Pesticidas e Meio Ambiente

Desde a publicação do livro de Rachel Carson, Primavera Silenciosa, em 1962, os impactos dos pesticidas sobre o meio ambiente são bem conhecidos. Os pesticidas são tóxicos para os organismos vivos. Alguns podem acumular-se em sistemas de água, outros poluem o ar, e, em alguns casos, podem ter outros efeitos ambientais ainda maiores.

 

O uso de pesticidas pode danificar terras agrícolas por prejudicar espécies benéficas de insetos, microrganismos do solo e minhocas que naturalmente limitam as populações de pragas e mantém a saúde do solo.

 

Enfraquecem os sistemas radiculares das plantas e seus sistemas imunológicos.

Reduzem as concentrações de nutrientes essenciais para as plantas, como nitrogênio e fósforo.

 

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O mito da segurança: um sistema regulatório falho

 

Apesar do que agências governamentais e empresas do setor dizem, os agrotóxicos e inseticidas que são vendidos atualmente no mercado não são seguros. Mesmo quando eles são usados legalmente. Há muitas falhas na maneira em que os pesticidas são registrados e em nosso processo político que permite que as empresas interessadas influenciem na política dos pesticidas e assim atuam na continuação da liberação de seus produtos tóxicos.

 

Mesmo que saibamos que um pesticida causa graves impactos ambientais e de saúde, incluindo câncer e danos genéticos, ele ainda pode ser liberado para o uso. A EPA (US Environmental Protection Agency) pode determinar que um produto químico, mesmo causador de câncer pode ser usado , apesar de seu risco para a saúde pública, se os seus benefícios “econômicos, sociais ou ambientais” são considerados maiores que seus riscos. De acordo com a EPA dos EUA, mais de 70 ingredientes ativos conhecidos por causar câncer em testes com animais estão autorizados para uso.

 

Embora os testes da indústria para uma ampla gama de impactos ambientais e de saúde causados pelos inseticidas que atualmente são utilizados, a grande maioria dos agrotóxicos em uso ainda não foram totalmente testados.

 

Pesticidas muitas vezes contêm ingredientes inertes (secundários), além dos ingredientes ativos (principais), que são concebidos para matar as pragas alvo. Infelizmente, ao público não são fornecidas informação sobre quais são os ingredientes inertes que estão incluídos nestes pesticidas.

 

Entre os ingredientes que estão indicados como ativos em alguns produtos e inativos em outros estão a Cloropicrina, que tem sido associada à asma e ao edema pulmonar, e o Chlorothanonil, provável carcinógeno humano.

 

 

O pior dos piores: DDT

 

A década de 1950 viu o advento de uma variedade de pesticidas sintéticos que foram saudados como milagres modernos na guerra contra as pragas e ervas daninha. O primeiro e mais importante desses produtos químicos foi DDT. As propriedades inseticidas do DDT foram descobertas no final de 1930 por Paul Muller, um químico da empresa química suíça JR Geigy.

 

Os militares americanos começaram a testar o produto em 1942, e logo o inseticida estava sendo pulverizado em zonas de guerra para proteger as tropas americanas contra as doenças transmitidas por insetos, como o tifo e a malária. Em 1943 o DDT ficou famoso após interromper uma epidemia de tifo em Nápoles pouco depois da invasão dos Aliados. O DDT foi aclamado como o “maravilhoso inseticida da II Guerra Mundial”.

 

 

Assim que a guerra terminou, os consumidores e os agricultores norte-americanos adotaram rapidamente o “maravilhoso inseticida”, substituindo os antiquados pesticidas à base de arsênico. Testes realizados pelo Serviço de Saúde Pública e Divisão de Farmacologia da Food and Drug Administration (EUA) não encontrou sérios problemas de intoxicação em seres humanos com DDT. Muller, inventor do DDT, foi premiado com o Prêmio Nobel em 1948.

 

O DDT logo foi amplamente utilizado por funcionários da saúde pública americana, e ajudou a banir a malária na parte sul dos Estados Unidos. A Organização Mundial de Saúde credita ao uso do DDT o salvamento de 50 a 100 milhões de vidas através da prevenção da malária. Em 1943, a Venezuela teve 8.171.115 casos de malária, em 1958 , após o uso de DDT, o número caiu para 800. Na Índia, que teve mais de 10 milhões de casos de malária em 1935, o número passou para 285.962 em 1969. Na Itália, o número de casos de malária caiu de 411.602 em 1945 para apenas 37 em 1968.

 

O tom de um artigo Scientific American por Francis Joseph Weiss celebrando o advento do “Agricultura Química” era exemplo típico de grande parte da comunicação no início de 1950.

 

“Em 1820, cerca de 72% da população trabalhava na agricultura, em 1950 ela era apenas 15%”, relatou Weiss.

“A agricultura química, ainda em seu inicio, deve, eventualmente, melhorar nossa eficiência agrícola, pelo menos tanto quanto as máquinas aumentaram nos últimos 150 anos. Esta melhoria da eficiência agrícola iria acontecer porque a agricultura está sendo revolucionada por novos fertilizantes, inseticidas, fungicidas, herbicidas, removedores de folha, condicionadores de solo, hormônios vegetais, minerais, antibióticos e leite sintético para porcos”.

 

Em 1952, insetos, ervas daninhas e doenças custaram mais de U$13 bilhões de dólares anuais aos agricultores. Estimou-se que a prevenção destes danos através do uso de pesticidas aumentaria a produção de alimentos em até 42%. A produtividade agrícola nos Estados Unidos, impulsionada por melhorias nas práticas e tecnologias agrícolas, continuou o seu crescimento exponencial. Como resultado, a porcentagem de americanos que vivem e trabalham em fazendas caiu de 15% em 1950 para menos de 1,8% nos dias atuais.

 

O DDT foi usado em excesso, particularmente na agricultura (80% de sua produção). O uso excessivo fez com que a sua concentração ambiental aumentasse rapidamente, o que começou a afetar a capacidade reprodutiva de aves e outros animais que incorporavam o veneno. Em 1962, o DDT foi chamado de “elixir da morte” pela escritora Rachel Carson em seu influente livro Primavera Silenciosa.  O livro alertava para os perigos dos inseticidas para o meio ambiente e a saúde humana. Esse livro estimulou o grande público a se interessar pelo DDT e outros pesticidas, cujo efeito imediato foi a realização de uma série de audiências nos Estados Unidos.

 

“Hoje já nascemos envenenados e atingimos o limite de nosso corpo muito antes do que antigamente!”

 

O principal resultado das audiências foi a proibição do uso de DDT. Em 1973, a agência de proteção ambiental americana (Environmental Protection Agency – EPA) proibiu todos os usos do DDT, exceto aqueles indispensáveis para a saúde pública. Ações restritivas similares foram instituídas pela Suíça em 1969 e posteriormente em outros países desenvolvidos.

 

No Brasil, o DDT teve sua retirada do mercado em duas etapas: em 1985, teve sua autorização cancelada para uso agrícola; e em 1998, foi proibido para uso em campanhas de saúde pública.

 

Fonte: http://www.clubedaquimica.com/

 

 

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A solução para Pesticidas

 

Alimentos Orgânicos. É um alimento produzido por técnicas de manejo do solo e das práticas culturais que visam à preservação e o equilíbrio com propostas ambientalmente corretas, socialmente justas, economicamente viáveis e culturalmente aceitas.  Estas técnicas eliminam totalmente os adubos químicos, agrotóxicos, herbicidas na produção das matérias-primas e nos produtos finais, corantes e conservantes artificiais.

Através do uso de adubos naturais como esterco de animais, uso correto do solo, uso de inimigos naturais das pragas, é possível ter uma produção tão ou mais produtiva do que a convencional.

 

Melhores testes. Órgãos estaduais e federais deveriam exigir testes mais rigorosos, incluindo o teste de efeitos sinérgicos dos pesticidas. Pesticidas confirmados ou suspeitos de causar problemas de saúde humana deveriam ser extintos.

 

Proteja nossas crianças. O uso de pesticidas deve ser proibido em lugares onde nossos filhos frequentem, incluindo escolas, parques e playgrounds. Exigir programas de manejo de pragas não tóxicos rígidas para tais lugares.

 

Diminuir o uso de pesticidas. Prestar assistência técnica aos agricultores, governos locais, empresas e proprietários de imóveis sobre alternativas não tóxicas para o uso de pesticidas, incluindo alternativas à pulverização de locais para controle de mosquitos e outras pragas.

 

Direito de saber. Fornecer informações abundantes aos moradores locais sobre o uso de pesticidas nas redondezas e nos alimentos vendidos, incluindo quais empresas estão usando produtos químicos, onde, quando, como, quais , e por que aqueles pesticidas estão sendo utilizados.

 

Proteger os trabalhadores. Fornecer proteção aos trabalhadores e agricultores para evitar intoxicação aguda e crônica de pesticidas.

 

http://www.toxicsaction.org/problems-and-solutions/pesticides

 

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– Site indica restaurantes, feiras e hortifrutis que comercializam produtos orgânicos

 

Por Thiago Cagna. Consultor EcoHospedagem.

 

Contribuíram com esta publicação

Revisão e edição de texto – Nathalia Pereira, Jornalista

 

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