Roteiros de Ecoturismo no Pará

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52. Belém dos encantos

 

54. Marajó Total

 

91. Ilha de Marajó

 

 

 

52. Belém dos encantos – PA

Estado(s): Pará.Temas: Cultural, Ecoturismo.

santarem_para - ecoturismo no Pará

Santarém – Pará

Prepare-se para o encantamento. Desde a Belém histórica e sua rica arquitetura das igrejas, do mercado Ver-o-peso, da noite vibrante até a Estação das Docas, tudo é deslumbrante. E que tal, depois de tanta beleza na cidade morena, embarcar para Santarém, Alter do Chão e Ilha do Amor? Cada destino guarda muito lazer, riqueza cultural e a natureza que só a região amazônica pode oferecer.

Alguns destaques, para dar água na boca: Serra Piroca, o ponto mais alto da região, 360 graus de vista extraordinária; comunidade de Maguary – um exemplo de manejo sustentável da floresta, onde se pode conhecer a vida das populações ribeirinhas; nadar nas águas azuis do Rio Tapajós e saborear um peixe assado na brasa (conhecido como piracaia) sob o céu amazônico. Fauna, flora, folclore, rio e terra, tudo isso aguarda o viajante na Belém dos Encantos.

 

Destinos deste roteiro

Belém A “Cidade Morena” é um festival de cores. Uma metrópole moderna que não perdeu o charme das construções coloniais. A celebração do Círio de Nazaré, que acontece anualmente no segundo domingo de outubro, tornou-se marca de devoção religiosa no país.

Santarém Na “pérola do Tapajós”, uma infinidade de praias de areia branca e fina, com águas límpidas e azul-esverdeadas.

Alter do Chão É o famoso balneário do município, parada obrigatória na rota de cruzeiros estrangeiros, com praia temporária, que depende da cheia do rio. Todo mês de agosto os rios paraenses obedecem a um fenômeno da natureza: a vazante, período de menor volume de água, responsável pelo aparecimento de mais de 200 praias. Uma das curiosidades do lugar é o Lago Verde, cujas águas mudam da cor azul para verde durante o dia.

 

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54. Marajó Total – PA

Estado(s): Pará.Temas: Cultural, Ecoturismo, Rural.

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Ilha de Marajó – Pará

Ao passear entre rios e igarapés (cursos de água que nascem na mata e deságuam nos rios) você avista a fauna e flora da região. Ao visitar as fazendas, – algumas centenárias – que fazem história em Marajó, você conhece um pouco mais da criação de búfalos e cavalos marajoaras. O artesanato em couro é outro forte atrativo. Ao passear pelas cidades e encontrar o povo de Marajó, você interage com a riqueza da cerâmica, com as cores dos ornamentos, com as danças típicas (como o Carimbó e o Lundú) e saboreia os pratos da deliciosa culinária.

Mas o passeio não seria tão perfeito senão contemplasse muito sol e praia, adornados por coqueiros e areia branca. Você vai se surpreender com o modo de vida simples e feliz das vilas de pescadores que até hoje vivem da pesca artesanal. Um peixinho frito – mais fresco, impossível – pra desfrutar da brisa, do clima e da vida.

 

Destinos deste roteiro

Belém A “Cidade Morena” é um festival de cores. Uma metrópole moderna que não perdeu o charme das construções coloniais. A celebração do Círio de Nazaré, que acontece anualmente no segundo domingo de outubro, tornou-se marca de devoção religiosa no país.

Soure A Reserva Extrativista Marinha presente no município de Soure abriga a Praia do Pesqueiro, com três quilômetros de extensão e inúmeros coqueiros, marca registrada do local. Possui ainda barraquinhas com serviços de bar e restaurante e uma culinária cuja especialidade são os peixes regionais e caranguejo toc-toc.

Salvaterra Salvaterra, segunda cidade em desenvolvimento da ilha de Marajó, merece atenção pelo Porto dos Botes e pela vila histórica de Joanes. Passeio fluvial até o Furo do Miguelão encerra um programa de emocionantes aventuras.

 

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91. Ilha de Marajó – PA

Estado(s): Pará.Temas: Cultural, Ecoturismo e Comunitário

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Ilha de Marajó – Pará

Ter contato com a natureza durante as férias é algo comum e muito procurado nos períodos de alta temporada, porém, mais do que aproveitar cenários paradisíacos e ter consciência do impacto que a visita está causando ao local, seja ele ambiental ou social, é saber que a renda obtida beneficia a toda comunidade, proporcionando melhoria da qualidade de vida, de infra-estrutura turística e capacitação profissional.
Este processo aparentemente complicado está em andamento em uma das regiões mais carentes do país. A Ilha do Marajó, no Pará, formada por 16 municípios com muita abundância em riquezas naturais e culturais, está encontrando o desenvolvimento econômico sustentável de algumas comunidades ribeirinhas através do turismo comunitário de base.

A Vila do Pesqueiro localizada na cidade de Soure é uma típica comunidade marajoara que tinha apenas a pesca como principal fonte de subsistência. Com o passar do tempo, a falta de incentivo à formação continuada de artesãos e o interesse dos jovens em tentarem novas oportunidades nos grandes centros, fez com que a vila passasse por um período difícil para manutenção das fontes de renda e encontraram no turismo a saída para os problemas da região.

Liderados pela Associação de Mulheres da Vila do Pesqueiro, a comunidade resolveu se especializar e aproveitar o fluxo de turistas nas praias da ilha para integrá-los ao dia a dia dos ribeirinhos. Em parceria com a agência paulista Turismo Consciente que organiza os roteiros, através do projeto VEM (Viagem Encontrando Marajó) até a vila desde 2007, os moradores recebem os grupos e os hospedam nas residências escolhidas para este fim. São três dias de passeio onde a integração é total, desde a visita às praias, com barracas abastecidas e toda infraestrutura, até as refeições e a hospedagem são pensados para garantir bom atendimento e a preservação do ecossistema e da cultura local.

Com esse potencial turístico, os quase 400 moradores se uniram e decidiram receber grupos de até 10 pessoas, tratá-los como reis e em troca criar uma fonte de renda com o turismo sustentável. Sem hotéis na vila, o turista fica hospedado nas casas de moradores. As residências participantes são escolhidas a dedo para recebê-los.
É possível pescar com os moradores, acompanhar a produção da massa de tapioca, andar de búfalo, animal em abundância da ilha, participar das festas e degustar as iguarias características do lugar.

 

Bagagem Cultural

ilha_de_marajo_para - Ecoturismo no Pará

Ilha de Marajó – Pará

O turista que for à ilha de Marajó conhecerá a cultura local e poderá divertir-se com danças típicas como o Carimbó que surgiu no Estado do Pará e foi criado com o intuito de entreter a comunidade. Homens e mulheres bailam vestidos com roupas bem coloridas ao som de instrumentos tipicamente brasileiros, como: xeque-xeque, reco-reco, pandeiros e tambores.

Outra atração cultural a ser destacada é a arte da cerâmica Marajoara que é conhecida como a mais bela cerâmica das Américas além de ser conhecida mundialmente como ícone da cultura de cerâmica. O maior acervo das obras está localizado no museu Emilio Goeldi em Belém do Pará as peças que fazem parte da história de uma comunidade indígena que vivia no local também estão expostas no Museu Nacional do Rio de Janeiro, no Museu Arqueológico da Universidade de São Paulo (USP), Museu Americano de História Natural em Nova York, Museu Barbier-Mueller em Genebra, contudo, os turistas que forem conhecer a ilha de Marajó poderão comprar réplicas, que são comercializadas para a difusão da cultura indígena. O artesanato das comunidades ribeirinhas também é extremante importante para a região, não só pela renda que gera, mas também pela integração entre turistas e famílias que os produzem.

Culinária

A vasta culinária local aproxima o turista ainda mais da comunidade já são exóticos e servidos pelos anfitriões. O turu, por exemplo, é conhecido como o viagra marajoara, é uma espécie de minhoca, pura proteína, servida como mariscos, fresca com limão e sal.

O paladar será instigado pelos mais diversos sabores dos peixes, carne de búfalo, queijo de búfala e frutas da região, como o açaí. Pratos como: chouriço de Marajó, sopa de caranguejo, filé de carne de búfalo ao molho de cupuaçu e caldeirada marajoara (caldeirada típica com peixes da região, como a pescada branca). No café da manhã o convidado poderá provar uma deliciosa tapioca com requeijão feito a base de leite de búfala, os pratos feitos na ilha de Marajó conduzem o visitante a uma instigante viagem gastronômica.

O projeto

A Vila do Pesqueiro, comunidade tradicional marajoara, não se beneficiava com o fluxo turístico ocorrido na praia. Então, o cartão postal tradicional da ilha decidiu deixar de ser apenas um passeio de uma tarde e está se capacitando para atrair turistas, principalmente pessoas descoladas que valorizem a cultura local e o desenvolvimento do turismo consciente e integrado. O projeto criado pela comunidade, liderado pela Associação das Mulheres do Pesqueiro, com apoio de Maria Tereza Junqueira, empresária da área de turismo e sócia presidente da agência Turismo Consciente, quer profissionalizar o serviço turístico e gerar renda.

 

Fonte: www.turismobrasil.gov.br

 

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